sábado, 15 de outubro de 2016

Nada que tu traga vai me apetecer.

A vida é realmente surpreendente, as vezes a gente é tão bom com os outros que esquecemos da gente. De ser bom primeiramente com a gente. Isso não é egoísmo, julgaria de amor próprio. A gente faz pra agradar o outro, quer ser melhor pro outro, pois isso o fará feliz e a gente? Acabamos no último lugar das prioridades. Um erro.
Durante muito tempo fui boa e pensei nos outros. Me coloquei no lixo. Virei a pior mulher, a mais feia, burra, a que pegava as migalhas que caiam da mesa. Me dei migalhas. Até que parei e pensei: opa! Calma, não sou isso e nunca fui. E foi assim que o muito se tornou pouco e já dizia Maria Rita "pouco eu não quero mais!" Tenho muitos defeitos, não sou perfeita, assim como a maioria das pessoas. Não saí perdendo e as vezes a gente acha que sim, que perdemos o bilhete premiado. Na verdade o bilhete não valia nada. Cansei de me culpar por erros que não são meus. Cada um tem o livre arbítrio, ou seja, pode escolher a vontade, só depois existe as consequências e acontece que muita gente não se prepara pra isso. Então, resolvi ser melhor por mim e pra mim. Fiz as minhas escolhas e escolhi me amar e se isso for egoísmo, que assim seja. Cansei de ser a boazinha, a coitadinha e tirei os "inha" de uma vez por todas da minha vida.    

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